Há alguns anos talvez fosse impossível conceber a idéia de aliar a preservação do meio ambiente ao desenvolvimento das empresas. Hoje, além de ser completamente aceitável, esse pensamento pode ser considerado como aspecto estratégico e um importante diferencial no mercado competitivo.
Isso se deve principalmente às transformações que a sociedade está sofrendo. A abertura de mercados, a globalização da informação, a constante degradação dos recursos naturais e a extinção da fauna e da flora, foram alguns dos motivadores da mudança de perfil da população.
Preocupadas com as ameaças à sobrevivência humana e em busca de uma melhor qualidade de vida, as pessoas têm buscado cada vez mais responsabilidade, rapidez e diferenciação no atendimento aos seus anseios, incluídos aí a relação de consumo.
O perfil do consumidor mudou e provocou uma grande transformação nas empresas. Assim surgiram os certificados, que passaram a ser variáveis importantes para a seleção de um produto a ser consumido ou serviço a ser contratado.
Dessa forma, questões como preservação do meio ambiente e responsabilidade social passaram a fazer parte do cotidiano das empresas, que em busca de certificação tiveram que se adequar especialmente às legislações relacionadas à qualidade, meio ambiente e responsabilidade social.
Também como conseqüência, a Gestão Empresarial voltada para o meio ambiente deixou de ser periférica e assumiu papel de destaque. Entre outras ações importantes, ela disseminou as práticas de uso mais racional dos recursos naturais e promoveu a avaliação mais consistente dos aspectos e impactos ambientais, além da implantação interna de programas de reciclagem e medidas para preservar os recursos.
A grande maioria das empresas aprendeu que se utilizar os recursos naturais com racionalidade poderá usufruir deles por mais tempo e com menos custos. Uma madeireira, por exemplo, se retirar as árvores sem fazer o replantio ou alternância do local da derrubada, em pouco tempo terá que transferir as suas atividades para outro lugar, o que vai gerar gastos com pessoal, equipamentos, tempo perdido, entre outros.
Por isso, a Gestão Ambiental provocou uma mudança ética, política e social dentro das empresas, sem falar na redução de desperdícios e custos que proporcionou, o que tem favorecido o melhor desempenho operacional e a maximização da receita.
O que inicialmente servia somente como “Marketing Ambiental”, para vender a imagem de “empresa amiga do meio ambiente”, passou a ser uma nova visão de sustentabilidade empresarial.
A Gestão Ambiental é atualmente uma ferramenta essencial para as empresas, pois ela volta o olhar empreendedor para a sua responsabilidade com a sociedade e com a preservação do meio ambiente, sem deixar de pensar no crescimento. A gestão mostra que é possível implantar meios e estruturas dentro das empresas para que elas tenham um desenvolvimento sustentável.
Para isso, as empresas precisam aprender a equilibrar o uso dos recursos naturais e o seu crescimento, de forma que atenda às legislações e cumpra com sua obrigação sócio-ambiental.
Isso se deve principalmente às transformações que a sociedade está sofrendo. A abertura de mercados, a globalização da informação, a constante degradação dos recursos naturais e a extinção da fauna e da flora, foram alguns dos motivadores da mudança de perfil da população.
Preocupadas com as ameaças à sobrevivência humana e em busca de uma melhor qualidade de vida, as pessoas têm buscado cada vez mais responsabilidade, rapidez e diferenciação no atendimento aos seus anseios, incluídos aí a relação de consumo.
O perfil do consumidor mudou e provocou uma grande transformação nas empresas. Assim surgiram os certificados, que passaram a ser variáveis importantes para a seleção de um produto a ser consumido ou serviço a ser contratado.
Dessa forma, questões como preservação do meio ambiente e responsabilidade social passaram a fazer parte do cotidiano das empresas, que em busca de certificação tiveram que se adequar especialmente às legislações relacionadas à qualidade, meio ambiente e responsabilidade social.
Também como conseqüência, a Gestão Empresarial voltada para o meio ambiente deixou de ser periférica e assumiu papel de destaque. Entre outras ações importantes, ela disseminou as práticas de uso mais racional dos recursos naturais e promoveu a avaliação mais consistente dos aspectos e impactos ambientais, além da implantação interna de programas de reciclagem e medidas para preservar os recursos.
A grande maioria das empresas aprendeu que se utilizar os recursos naturais com racionalidade poderá usufruir deles por mais tempo e com menos custos. Uma madeireira, por exemplo, se retirar as árvores sem fazer o replantio ou alternância do local da derrubada, em pouco tempo terá que transferir as suas atividades para outro lugar, o que vai gerar gastos com pessoal, equipamentos, tempo perdido, entre outros.
Por isso, a Gestão Ambiental provocou uma mudança ética, política e social dentro das empresas, sem falar na redução de desperdícios e custos que proporcionou, o que tem favorecido o melhor desempenho operacional e a maximização da receita.
O que inicialmente servia somente como “Marketing Ambiental”, para vender a imagem de “empresa amiga do meio ambiente”, passou a ser uma nova visão de sustentabilidade empresarial.
A Gestão Ambiental é atualmente uma ferramenta essencial para as empresas, pois ela volta o olhar empreendedor para a sua responsabilidade com a sociedade e com a preservação do meio ambiente, sem deixar de pensar no crescimento. A gestão mostra que é possível implantar meios e estruturas dentro das empresas para que elas tenham um desenvolvimento sustentável.
Para isso, as empresas precisam aprender a equilibrar o uso dos recursos naturais e o seu crescimento, de forma que atenda às legislações e cumpra com sua obrigação sócio-ambiental.
Por: Bruna Moreira Faria
Abril/2007